O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a retirada de publicações nas redes sociais que associavam Flávio Bolsonaro (PL) a uma suposta tentativa de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
A decisão foi tomada em uma representação apresentada pelo senador contra conteúdos publicados em plataformas como X, Instagram, Facebook, TikTok e YouTube. O magistrado entendeu que as postagens reproduziam uma afirmação sem base factual ao atribuir a Flávio ou à sua família participação em uma iniciativa que tratava do tema religioso.
A discussão ganhou força durante a campanha após a circulação de mensagens que relacionavam o senador a uma proposta apresentada em 2007 pelo então deputado Victorio Galli. O texto sugeria alterar a referência legal à santa, substituindo a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”. O projeto acabou arquivado pela Câmara dos Deputados em 2008.
Entre os conteúdos citados na representação estão publicações atribuídas a perfis e páginas ligados a diferentes grupos políticos. A lista inclui nomes como Erika Hilton (PSOL-SP), Leonardo Boff e o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), além de outros usuários e páginas nas redes sociais.
André Mendonça, o “terrivelmente evangélico”, manda remover posts sobre Nossa Senhora
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