Flávio Bolsonaro: gerador de caixa de som pega fogo em ato de campanha com Tarcísio no Brás

Flávio Bolsonaro: gerador de caixa de som pega fogo em ato de campanha com Tarcísio no Brás
- Carro de som pega fogo durante campanha de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no Brás (Reprodução de vídeo / Rede X)

Um gerador de carro de som pegou fogo durante um ato de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) na manhã desta segunda-feira (28), no Brás, região central de São Paulo. O incidente ocorreu por volta das 11h10, quando o prefeito Ricardo Nunes (MDB) discursava ao lado de aliados, e antes que Flávio Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) chegassem ao local.
Extintores foram acionados, o veículo foi removido da área e ninguém ficou ferido, mas o episódio travou o evento e obrigou a campanha a improvisar para continuar.
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O incidente no Brás
Por volta das 11h10, um motor que fornecia energia para as caixas de som do ato pegou fogo na Rua Hannemann, no Brás. O equipamento integrava a estrutura de um carro de som da campanha de Tarcísio de Freitas, que estava sendo utilizado no evento. As chamas liberaram grande quantidade de fumaça, visível a distância e registrada por jornalistas e eleitores presentes no local.
O momento do incidente coincidiu com o discurso do prefeito Ricardo Nunes (MDB), que estava no palanque acompanhado de secretários, vereadores e candidatos a deputado federal e estadual alinhados à direita. Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas ainda não haviam chegado ao local quando o fogo começou, o que evitou um risco direto à segurança dos dois principais nomes do evento. A fumaça, no entanto, tomou conta da área e interrompeu a dinâmica do ato antes mesmo de sua atração central.
Reações e consequências imediatas
Extintores de incêndio foram acionados para conter a propagação das chamas, e o veículo foi removido para uma via próxima, afastada da multidão. Não houve registro de feridos, apesar do volume de fumaça liberado. O episódio, porém, deixou marcas visíveis na organização do evento: os discursos foram interrompidos e só puderam ser retomados depois que uma loja da região emprestou outro aparelho de som à campanha.
O constrangimento entre os participantes foi evidente. A necessidade de recorrer a um estabelecimento comercial do entorno para continuar o ato expôs a ausência de qualquer plano de contingência para falhas na infraestrutura do evento. Flávio Bolsonaro chegou ao local pouco depois do incidente, acompanhado de Tarcísio de Freitas, e a agenda seguiu com o equipamento improvisado. A cena, no entanto, já havia sido amplamente registrada pela imprensa.
Contexto da campanha
O ato no Brás fazia parte de uma agenda mais ampla de Flávio Bolsonaro na capital paulista, que incluía uma caminhada pelo bairro e uma visita ao Mercado Municipal de São Paulo. O evento reunia candidatos a deputado federal e estadual que apoiam a candidatura presidencial do senador, e contava com a presença de Tarcísio de Freitas como principal cabo eleitoral. O governador tem participado de atividades ao lado de Flávio Bolsonaro em São Paulo nas últimas semanas, consolidando sua posição como peça central na estratégia de campanha do PL no estado.
O incidente ocorreu a seis dias do primeiro turno das eleições, marcado para o domingo seguinte, em um momento em que cada aparição pública carrega peso simbólico e visibilidade ampliada. O veículo que pegou fogo era da própria campanha de Tarcísio de Freitas e estava integrado à estrutura montada para o evento, o que torna o episódio diretamente associado à organização das duas campanhas. A falha logística, pequena em termos de consequências físicas, ganhou proporção pela cobertura jornalística no momento em que a disputa eleitoral entrava em sua fase mais intensa.

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