A Folha continua em sua guerra histórica contra o presidente Lula e os governos petistas, Em sua edição deste domingo, o jornalão, que emprestava carros para agentes da ditadura de 64, informa que o ministro terrivelmente evangélico e bolsonarista André Mendonça “sinalizou a auxiliares que não vê margem para uma trégua com a Polícia Federal nas tensões que envolvem os inquéritos contra o empresário Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha“.
A obsessão do ministro estaria preocupando o STF, a ponto de o atual presidente, ministro Edson Fachin, ter sido escalado como bombeiro para apagar as chamas da obsessão de Mendonça, que tem reclamado que a PF demora demais nas apurações sobre as fraudes no INSS, o que ele enxerga como uma tentativa de impedir que elas avancem sobre aliados e familiares do presidente Lula.
Alguém precisa avisar ao ministro Mendonça que a PF concluiu o relatório inicial do caso do INSS em que foram indiciadas 48 pessoas, nenhuma delas o “filho do rapaz”, o “Lulinha”, o filho do Lula, Fábio Luiz Lula da Silva, a quem ninguém chama de Lulinha, a não ser a mídia preguiçosa e antipetista.
Folha, Fachin já teria se reunido com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, “em reuniões descritas por um interlocutor como “audiências para aparar arestas”“.
As arestas são as interferências do evangélico bolsonarista ministro Mendonça, que quer não apenas ser o relator dos casos do INSS e do Master, mas também o comandante geral da Polícia federal.
Certamente o ministro tirou a toga do STF e voltou aos tempos em que foi ministro da Justiça do criminoso condenado a 27 anos de prisão, Jair Bolsonaro, quando agiu para abafar as investigações sobre as rachadinhas de Flávio Bolsonaro, por ordem do então presidente.
Sem criticar Mendonça, como faz habitualmente com o ministro Alexandre de Moraes, a Folha requenta o tema Lulinha para o almoço de domingo, o que proporcionou a um assinante do jornal escrever nos comentários uma crítica irônica e certeira sobre o jornalismo da Folha e a obsessão da dupla por Lulinha: [a grafia é do assinante]
“Lulinha queria fazer um filme sobre o Lulão. Encontrou uma pessoa muito generosa e santa que propôs doar 134 milhões e de cara adiantou 61 milhões de reais. Muito econômico lulinha fez um filme de 5 milhões e lulinha, muito generoso, deu uma parte pro seu irmão que mora na Disney. Lulinha tem o hobby de colecionar imóveis, aí Lulinha comprou imóveis e Lulinha comprou uma big mansão em brasília. Lulinha se candidatou à presidência, seguindo ordens do Lulão, Lulinha, Lulinha!”
A obsessão da Folha e de Mendonça por Lulinha e como um comentarista ridicularizou a dupla
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