A Quaest divulga nesta segunda-feira (14), a partir das 10h15, uma nova rodada de sua pesquisa nacional sobre a eleição presidencial de 2026. O levantamento chega a apenas 20 dias do primeiro turno e em um dos momentos mais turbulentos da campanha, marcado por novas revelações do caso Banco Master, pela crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo avanço das investigações que atingiram diretamente o candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A pesquisa atualiza a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio, que chegaram empatados à rodada anterior da Quaest em uma eventual disputa de segundo turno. Além das intenções de voto, o novo levantamento foi desenhado justamente para medir como o eleitor está assimilando os acontecimentos que dominaram o noticiário político nos últimos dias.
Foram entrevistados presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de aproximadamente dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Contratada pela Globo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026.
Como foi a última Quaest
Na última pesquisa nacional da Quaest, divulgada em 7 de setembro, Lula aparecia na liderança do primeiro turno com 36%, contra 29% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury (Avante) tinha 8%, enquanto Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) marcavam 3% cada. Romeu Zema (Novo) aparecia com 2%.
A maior pressão sobre as duas principais campanhas, entretanto, vinha da simulação de segundo turno. Lula e Flávio registraram 41% cada, empate que confirmou o acirramento da disputa. Cinco dias antes, em 2 de setembro, o petista ainda aparecia numericamente à frente, por 42% a 41%.
A nova rodada também testa a firmeza do voto dos eleitores e diferentes cenários de segundo turno, colocando Lula diante de Flávio Bolsonaro, Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
Quaest mostra disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro e meio a revelações sobre caso Master e crise no STF
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